quarta-feira, 6 de junho de 2012

Às vezes, tenho vontade de dar início a um projeto revolucionário. Tenho vontade de mandar no mundo, organizar tudo, mas do meu jeito. Vontade de mandar todo mundo parar um pouco e prestar atenção no que faz. Mas aí… aí eu me comparo ao resto e vejo que faço igual. Porque ninguém é perfeito, ninguém é correto, ninguém é ideal. Não existe, na verdade, um padrão. Nenhuma regra imposta que te impeça de ser do jeito que você é; louco, carismático, otimista, criativo, impaciente. Nenhuma lei que te faça ser do jeito que querem que você seja, e não do jeito que você quer. Existe, sim, a liberdade; de ser uma coisa só, ou de ser de tudo, um pouco. Por isso, seja. Seja quem quiser e o que quiser, do jeito que julgar correto, incorreto, bom ou mau. Não existe verbo mais forte para um indivíduo do que o “ser” conjugado na primeira pessoa do singular. Sou. O “somos” só depende dele. Não se preocupe com o “legal” da sociedade, o que se julga ser interessante para os outros. Se quiser seguir um exemplo, siga, mas saiba criar e pensar do seu próprio jeito. Crie-se. Seja.